Viagens na Minha Terra: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Almeida Garret

Capítulo 32

O autor desculpa-se com o leitor pelo seu modo embaraçado de contar a história, intercalando-a com diversas outras observações, forçando que se lembre em que ponto parou o romance ainda no capítulo 25. Informa que agora fará o possível para ser objetivo em sua narração.

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Após a despedida de Carlos e Joaninha a noite foi de muita movimentação: um conflito se anunciava. Carlos estava preparado para a morte, se necessário fosse – e o autor ressalta que a expectativa da morte próxima causa uma sensação pior do que a morte em si!

No dia seguinte houve um intenso combate e muitos feridos surgiam num hospital em Santarém. Entre eles Carlos, em estado grave, desacordado, mas mesmo assim segurando firmemente junto ao peito um relicário.

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Acorda já em um quarto do convento de S. Francisco, acompanhado de uma senhora loira e um frade: sua mulher Georgina e Frei Dinis – este último se escondia ao mínimo movimento do enfermo.

Segue-se um intenso diálogo entre o casal. Carlos declara seu amor à Georgina mas ela esclarece que já sabe “de tudo”. O combatente tenta contra-argumentar, mostra o relicário que tem em mãos – contendo um pedaço de seus cabelos loiros, mas a senhora é explícita: não o ama mais. Já conhece sua prima Joaninha, bem como sua avó, e avisa que elas irão visitá-lo.

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