Viagens na Minha Terra: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Almeida Garret

Capítulo 2

O autor congratula a si mesmo pelo ideal que traz junto deste seu livro: não relatar as viagens apenas de maneira geográfica, como diz ser costume da época, porém mais profundamente, com “pensamentos brilhantes”, abordando vários temas.

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Compara o romance de Cervantes, Dom Quixote, a uma teoria filosófica que divide o mundo entre espiritualismo e materialismo, sendo Quixote representante do primeiro e Sancho Pança, seu escudeiro, do segundo. Afirma ainda que em sua atualidade o mundo é protagonizado pelo materialismo de Sancho Pança, mas que o progresso se dá na alternância deste com o espiritualismo.

Desembarcando em Vila Nova da Rainha lamenta a feiura do local e muito se contenta com uma carroça oferecida por outro senhor, o que já era muito luxo para o local onde estava.

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Cita um antigo filósofo, sobre a virtude, e contrapõe a um dito de outro pensador recente, que considera que “sabedoria antiga seja um sofisma”, ou seja, uma afirmação enganosa: para o autor deste livro se a sabedoria antiga se mantém é porque alguma verdade nela existe.

Faz uma análise curiosa e irônica da situação das estradas da região, mal cuidadas, dizendo que uma solução para os problemas das vias em Portugal seria obrigar ministros a mudarem de endereço a cada três meses.

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Dirige-se à Azambuja, povoação próxima. Incomoda-se com o caravançal (um tipo de hospedagem) que se mostra decadente, quase em ruínas, e com a aridez da região, além de se assustar com os tipos de pessoas presentes.

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