Viagens na Minha Terra: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Almeida Garret, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Capítulo 12

A jovem ajuda a desembaraçar os fios e a avó mostra contentamento pela neta que tem. Em seguida, afirmando que era hora de merendar, Joaninha vai até a casa e traz uma banquinha coberta por uma toalha branca e monta a merenda, com frutas, pães, queijo e vinho.

O autor desenrola uma longa descrição de Joaninha, tanto por sua aparência quanto por seus gestos, ressalvando sempre suas qualidades. Resumindo, ela era uma jovem branca, com cabelos castanho-escuros enrolados, delicada, naturalmente graciosa. Os olhos eram verdes, uma característica que geralmente o desagrada, mas não nela – ele prefere olhos pretos, apesar de já ter cedido a olhos azuis, mas nunca admirara os verdes exceto os de Joaninha.

Após alimentarem-se percebe que a jovem se entristece. A velha pede para voltar ao novelo, pois se incomoda com a ociosidade. Ao dar a mão para sua neta percebe que caem lágrimas e lamenta que com dezesseis anos, ela não haveria de chorar por não ter desgostos. Joaninha, no entanto, ressalta o fato de ela, nessa idade, estar sozinha com sua avó cega. A avó lembra que Deus também está com elas.

São ouvidos passos a caminho e a velha reconhece que devem ser de Frei Diniz, um religioso franciscano.

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