Viagens na Minha Terra: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Almeida Garret, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Capítulo 11

O autor faz ponderações sobre estar apaixonado, ressaltando que é um privilégio dos poetas e romancistas poderem fazê-lo durante toda a vida – enquanto aos demais isto ocorre somente em alguns momentos.

Reafirma que não pertence à classe dos filósofos, já que a estes foi negado o tal privilégio da paixão constante.

Defende a paixão como uma qualidade, já que ela asseguraria demais virtudes, como generosidade e benevolência. Do contrário, sem ter a quem amar, uma pessoa ou viveria para o mal, ou para nada.

Ao interagir com “suas leitoras”, o autor questiona se seria possível a ele escrever o romance se pouco tem a amar (“uma saudade e uma esperança – um filho no berço e uma mulher na cova”). E solicita que seja feita uma votação entre estas, mas que não seja nominal, já que “há muita coisa que a gente pensa e crê e diz assim a conversar, mas que não ousa confessar publicamente”.

Após tanta enrolação Após estas considerações, é iniciada a narração do romance, em si. Em uma tarde de verão de 1832, em frente à casa referida no capítulo anterior, uma velha senhora fiava um novelo com auxílio de uma dobadeira. Perdida entre seu trabalho e seus pensamentos, às vezes parava os movimentos. Até que chama por Joaninha, que está dentro da casa, pedindo que a ajude – nesse momento percebe-se que a velha é cega. Joaninha, com uma bela voz, prontamente responde.

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