Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 4 – Capítulo 8 – Vampiro

Gonçalo preparava-se para lançar o corpo inerte de Luís Galvão no meio do fogo quando surgiu Jão Fera. Mesmo sem arma em punho o capanga estrangulou o Suçuarana e jogou seu corpo às chamas.

Luís Galvão, vendo que o Fera o salvou, agradeceu. Mas Jão respondeu de forma ríspida que fazia aquilo apenas que pudesse ser ele o seu assassino, o que apenas não fazia em respeito à filha de Besita, Berta.

Desde que soube da emboscada por meio de Chico Tinguá, Jão decidiu proteger Luís para evitar que Berta imaginasse que teria sido ele o assassino. Primeiro, se desfez o acordo com Barroso, devolvendo-lhe o dinheiro. Daí em diante ficou no seu encalço. Na noite de São João observou toda a movimentação na fazenda. Primeiro atacou Monjolo e Faustino, por isso demorou a partir para cima de Gonçalo, que chegou a acertar o fazendeiro.

Agora o Fera foi procurar por Barroso, que se aproximava do local com o intuito de armar a farsa prevista. Jão já alcançava o vilão quando o jovem Miguel, que voltara à fazenda motivado pelo incêndio, interpôs-se entre os dois, defendendo Barroso. O garoto não sabia exatamente o que ocorria, mas sua antipatia por Jão o fez crer que ele seria o criminoso da história. O capanga ameaçava o garoto quando Berta chegou, impedindo-o. O Fera saiu correndo do lugar.

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