Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 1 – Capítulo 15 – O relicário

Jão Fera tinha uma expressão violenta. Berta assustou-se com essa visão, mas manteve-se sob controle. Aos poucos Jão Fera, influenciado pela menina, acalmava sua face.

Segue um diálogo entre a menina e o assassino: ela questiona se ele estava ali para matar uma pessoa, ele assume que sim. Incrédula, ela pergunta se ele não se envergonha deste ofício, e ele se justifica dizendo que não é um covarde que arma emboscadas, mas ataca de frente, dando chance ao adversário reagir, se for capaz disso. Berta chama-o de monstro, ele se sensibiliza. Ao comentar que ele estava prestes a atacar um homem que já havia o ajudado no passado, Jão Fera assume que não queria atacá-lo, principalmente por Berta, mas tinha feito um ajuste, recebeu um dinheiro sem saber a quem iria assassinar. Quando descobriu que o alvo seria Luís Galvão já havia gasto o dinheiro, era tarde. Berta não entende por que ele não poderia assaltar Luís e usar o dinheiro para ressarcir quem o contratou, mas Jão diz que é “homem de honra”.

Ao ouvir este último argumento, Berta revolta-se, joga na cara de Jão que ele iria matar alguém que já lhe deu sustento, e isto nunca seria uma honra. Ele desfigura-se. Percebendo, Berta pede que ele jure que não mais o atacará. Ele acaba jurando.

Para ressarcir o contratante Berta oferece a Jão um relicário de ouro que herdou de sua mãe.

Alguém cai de um barranco próximo, Berta reconhece: era Brás, o idiota, espiando-os.

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