Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 4 – Capítulo 6 – O incêndio

A festa acabou mais cedo que o de costume. D. Ermelinda, abalada como esposa e como mãe, não seguiu o tradicional costume de pedir para os convidados permanecerem quando estes fazem a primeira menção a retirarem-se. Dessa forma a fazenda das Palmas logo se esvaziou.

A mulher nunca havia cobrado o marido sobre seu passado, mas agora a incomodava o conhecimento de seu antigo caso. Quanto à filha, não compreendia como a menina poderia entregar-se a um rapaz de um nível tão inferior ao seu. Luís Galvão percebeu o estado da esposa, mas d. Ermelinda não quis conversar.

Arranjando-se para dormir, o fazendeiro ouve três pancadas fortes vindas de fora. Olhando para a janela, percebe um vulto passar. Perguntou se havia alguém por lá, mas como ninguém respondeu imaginou que fosse algum animal, ainda mais quando ouviu um guincho de pássaro.

No entanto realmente havia pessoas ao redor da casa: Faustino, o pajem, pregava as janelas para prender os capangas, enquanto o preto Monjolo trancava por fora as senzalas. Este último ainda armava uma emboscada para Faustino, que foi salvo no momento em que Luís abriu a janela: após isso Monjolo desistiu do intento e saiu, imitando o ruído do pássaro para despistar o fazendeiro.

Após Luís fechar a janela, surgiu a primeira labareda no meio do canavial.

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