Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 2 – Capítulo 8 – Nhá Tudinha

Nhá Tudinha era uma mulher baixinha e gordinha que adorava cuidar de casa. Não conseguia ficar sem trabalho, tanto que quando terminava os afazeres, bagunçava tudo só para ter com o que trabalhar novamente.

Estava nhá Tudinha junto a Fausta, uma preta que lhe ajudava a preparar broas de fubá. Aquela escrava e aquela casa foram tudo o que sobrou das posses de seu marido, Eugênio de Figueiredo, amigo de Luís Galvão.

Chegou Berta, sua filha adotada, que brincou com ela, roubando um bolinho. Nhá Tudinha achava graça de tudo o que a garota fazia. Perguntou de seu filho Miguel. Como a menina não sabia onde ele estava, Tudinha imaginou que Berta havia ido até Zana, o que não via com bons olhos.

Berta foi até a porta e chamou Brás, que estava no quintal. Após a convulsão ocorrida na casa de Zana, Brás adormeceu e a garota saiu para caminhar. Brás acordou e foi procurá-la. Quando Berta voltou e não achou mais o menino, foi encontrá-lo no meio da mata, todo sujo de terra. Chamou-o então para almoçar.

Ao ver o garoto, nhá Tudinha não pôde evitar expressar certa repulsa. Mas vendo o bem que Berta fazia, tratando daquela criatura, compadeceu-se e também convido o garoto. À mesa, Brás tinha um bom comportamento, muito diferente do observado na casa de Luís Galvão.

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