Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 3 – Capítulo 3 – Bebê

Dois meses após a partida de Ribeiro, estava Besita recolhendo-se para dormir quando alguém bateu à porta. Zana, escrava da família, foi atender e avisou a patroa que se tratava de seu esposo. A jovem recebeu-o efusivamente.

Momentos depois Zana, ouvindo murmúrios vindos do quarto de Besita, encontrou-a chorando: não era seu marido quem entrou na casa, mas Luís Galvão! Guedes morreu meses depois, feliz, sem saber do ocorrido, pensando deixar sua filha em boas condições.

Meses depois Besita teve um filho. Somente Zana e Jão souberam da história. O Bugre desejou matar Luís Galvão, mas foi impedido por Besita.

Jão levou a criança para batismo em Campinas: ela teria o nome Berta. No mesmo dia preparava-se o casamento de Luís Galvão com d. Ermelinda.

Habituando-se ao abandono de seu marido, Besita criou a filha na companhia de Zana e Jão. Um dia pediu que o homem fosse à Itu, em busca de seu marido. Contrariado, Jão aceitou o pedido.

Poucos dias depois, estava Besita com sua filha no colo, fora de casa, quando avista a face de Ribeiro no meio da mata. Desesperada, entregou a menina a Zana, que a pintou com carvão, para tentar enganar o homem, imaginando que ele não tivesse reparado no bebê. No fim da tarde do mesmo dia, Zana ouviu um grito: encontrou Besita sendo estrangulada por Ribeiro em seu quarto.

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