Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 1 – Capítulo 9 – As amostras

Era a hora de partir. Luís se levantou, mas vendo a apreensão de d. Ermelinda, decidiu não fazer mais a viagem. Ela, pensando no desejo de sua filha receber os presentes que encomendou, disse que ele deveria mesmo ir. Linda, por sua vez, afirmou que fica feliz em ver sua mãe bem, e que era melhor seu pai ficar. Luís Galvão abriu mão de decidir se iria ou não, e D. Ermelinda teve a palavra final: ele deveria seguir viagem.

Luís seguiu a cavalo, com um pajem que abria caminho e o camarada Mandu um pouco atrás. Sua mulher lamentou que nesse dia fosse apenas com um camarada, pois outro, Pereira, adoeceu, e havia mais um que estava sumido. Afonso ofereceu-se para ir com seu pai, mas d. Ermelinda achou melhor que não.

Linda e Afonso saíram para passear e d. Ermelinda subiu ao mirante da casa para observar seu marido seguir caminho, na esperança que algo o fizesse desistir. E estranhamente ele voltou. Ela foi até ele perguntar o que acontecera e ele disse que esquecera as amostras de Linda com a lista de encomendas. Foi até sua mesa, guardou no bolso um papel e despediu-se novamente.

O narrador, no entanto, revela que as amostras não eram o verdadeiro motivo do retorno de Luís Galvão: ele guardava um segredo, que tinha relação com o papel que fora buscar.

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