Til: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de José de Alencar, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Parte 3 – Capítulo 11 – A furna

O esconderijo de Jão Fera era uma caverna na beira de um morro. O lugar era fruto de um desabamento do rochedo que, apoiando-se em outras pedras e numa árvore que ali crescera, formou um teto, sob o qual João se abrigou.

A gruta era perigosa, pois o próprio crescimento da árvore poderia desestabilizá-la e trazê-la abaixo. Mas o capanga não ligava para tal perigo e, pelo contrário, acreditava que aquilo lhe dava segurança: havia um seixo (um fragmento de rocha) próximo à sua cama que sustentava o lugar e, com um empurrão, destruiria seu esconderijo – isso ele usaria no caso de não conseguir escapar de uma emboscada: morreria ele, mas também seus inimigos.

Jão chegou à entrada de tal esconderijo. Nesse momento Berta o alertou que iriam atacá-lo. O capanga fez pouco caso. A menina pediu que ele fugisse, mas ele disse que não podia. O Fera sentiu desejo de agarrar Berta e, após conter-se, avançou.

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