Sagarana: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Guimarães Rosa

São Marcos

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O narrador se apresenta como alguém que não põe fé em muitas crendices populares. Ele vive no Calango-Frito, interior de Minas Gerais, e costuma fazer passeios no mato das Três Águas. No caminho ele passa em frente à casa de João Mangolô, um preto feiticeiro do qual ele sempre zomba.

O narrador encontra Aurísio Manquitola, com quem comenta sobre a reza de São Marcos, a mais poderosa de todas. Lembram o caso do Tião Tranjão, que foi preso numa emboscada armada por sua mulher e seu amante, mas Tião fez a reza e se libertou da cadeia, vingando-se dos seus traidores.

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Ainda no meio do caminho, há vários bambus nos quais há alguns versos escritos. O narrador escreve mais um poema, travando assim um “duelo” com o outro poeta que passa por ali.

Em meio à mata, o narrador observa os insetos, as aves, as águas, apreciando a natureza em todas suas formas, até que uma cegueira repentina cobre seus olhos e o deixa desnorteado. Com o tempo ele passa a se guiar pelos sons que outrora apreciava e, após fazer a reza de São Marcos, segue pelo caminho até reconhecer que estava de volta à casa do feiticeiro João Mangolô. Após agarrá-lo sua visão voltou ao normal e o feiticeiro contou que havia feito um boneco de vudu, o qual havia tapado os olhos.

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O narrador volta a enxergar a beleza da paisagem e segue seu caminho, contente pelo desfecho de seu passeio.

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