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O Mulato: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Aluísio Azevedo, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Capítulo 7

Em junho as manhãs no Maranhão são claras e alegres. Era assim na véspera de São João, quando Maria Bárbara, Manuel, Ana Rosa e Raimundo caminhavam para a chácara onde haveria festa.

Num momento em que os mais velhos pararam para descansar, Raimundo sentiu-se encantado pela beleza do cenário e de sua prima, com quem andava de braços dados: elogiou sua aparência e declarou estar vivendo uma nova realidade, na qual estava pronto para amá-la. A garota só questionava por que ele ainda não havia pedido sua mão em casamento.

Na aprazível e rústica chácara os preparativos para as comemorações já estavam encaminhados. Logo chegou o primeiro bonde (puxado por animais) trazendo os convidados, que vinham acompanhados por músicos contratados por Casusa. Freitas era o responsável pelos fogos de artifício. Após o café da manhã todos dançavam o “chorado”.

O armazém do Manuel estava fechado, devido à data comemorativa, e os caixeiros se arrumavam para participar da festa. Somente Dias se comportava de maneira distinta, dizendo que iria mais tarde. Com a casa vazia, ele entrou no quarto de Raimundo e revirou seus pertences, como se procurasse algo. Tentou fazer o mesmo no aposento de Ana Rosa, mas estava trancado. Por fim invadiu o quarto de Maria Bárbara, no qual havia inúmeros santos de diversos materiais, e queimou com uma vela o rosto de São Raimundo.

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