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O Mulato: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Aluísio Azevedo, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Capítulo 18

Na casa de Manuel a noite foi de insônia para todos. Raimundo também demorou-se andando pela cidade, pensando numa solução para seus infortúnios, maldizendo aquela gente que preferia ter uma filha desonrada do que casada com um mulato.

Já era muito tarde quando Raimundo chegou à porta de sua casa e, ao girar a fechadura, recebeu um tiro. Dias, que o perseguira por toda a noite, teve enfim coragem de seguir a orientação recebida pelo padre.

Na manhã seguinte, nublada e com chuviscos, a casa de Manuel parecia de luto: janelas fechadas, todos trancados em seus quartos. Ana Rosa alimentava sua única esperança: casar-se com quem amava, de quem esperava um filho.

O sino da Igreja badalou indicando alguma morte, ouviu-se um movimento diferente na rua. Ana foi à janela e observou dois negros que carregavam um corpo dentro de uma rede. Um vento bateu, descobrindo o defunto e revelando a face de Raimundo. A gente da procissão observou na janela da casa de Manuel uma jovem berrando convulsivamente. Mônica carregou para o quarto o corpo desmaiado de Ana Rosa, que deixava um rastro de sangue entre suas pernas.

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