O Cortiço: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Aluísio Azevedo

Capítulo 18

Durante o incêndio o velho Libório, morador do cortiço que vivia à custa de esmolas, correu desesperado para dentro de sua casa em chamas. Vendo isso, João Romão o seguiu e pegou de surpresa o velho arrastando um enorme embrulho. Libório se enfureceu, ficou agressivo com a presença de João, que logo percebeu do que se tratava: havia no embrulho diversas garrafas de dinheiro que eram guardadas dentro do colchão do pedinte. Em meio às chamas os dois pareciam iniciar uma briga, mas uma parte do teto caiu sobre o velho, então o dono da estalagem pegou o embrulho e garantiu sua fuga.

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No dia seguinte havia cadáveres queimados no meio do pátio, entre eles o da Bruxa e de Libório. Vários outros se feriram, e a filhinha de Augusta Carne-Mole morrera.

Miranda consolava João pelo desastre, mas esse relevava: após o primeiro incêndio havia feito um seguro e este segundo o deixava, portanto, no lucro. O português já planejava reconstruir sua estalagem, com ainda mais casas, aproveitando o pátio que era grande demais. Miranda admirava a atitude de seu vizinho.

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Mais tarde, quando Bertoleza já dormia, João Romão pôs-se a contar quanto dinheiro havia nas garrafas do velho Libório. A quantia era suficiente para começar a por em prática seus planos de ampliação do cortiço, apesar de algumas notas mofadas e outras que não mais valiam. Para estas últimas João tinha destino certo: embutiria aos poucos nos trocos da venda.

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