Macunaíma: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Mário de Andrade

8 – Vei, a Sol

Macunaíma encontrou uma árvore Volomã carregada de frutos. Com fome, ele gritou palavras mágicas que fizeram as frutas caírem no chão. Irritada, a árvore agarrou o herói e o jogou numa ilha deserta.

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Enquanto dormia em baixo de uma palmeira, Macunaíma foi alvo dos excrementos de um urubu. Cansado de viver, o herói pediu à estrela-da-manhã que o levasse para o céu, mas ela se negou, pois ele fedia muito. Depois Macunaíma pediu à lua que o levasse a Marajó, mas a ela também recusou ajudá-lo e mandou que tomasse banho. Desejando ao menos fogo para se esquentar, o herói aguardou a chegada de Vei, a Sol.

Vei colocou Macunaíma numa jangada, na companhia de suas três filhas, que cuidaram do herói. Vei propôs que o índio se casasse com uma das filhas, sob a condição de não brincar com nenhuma outra mulher. Macunaíma aceitou a proposta, mas assim que teve a oportunidade brincou com uma portuguesa. Ao descobrir a traição de seu genro, Vei o condenou a envelhecer como todos os homens – o que não aconteceria se casasse com uma de suas filhas.

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Sozinho com a portuguesa, Macunaíma foi surpreendido por uma assombração que comeu sua companheira. No dia seguinte, cansado da capital da República, Macunaíma retornou a São Paulo.

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