Macunaíma: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Mário de Andrade

5 – Piaimã

Macunaíma deixou sua consciência na ilha de Marapatá e armou uma expedição com centenas de canoas pelo rio Araguaia. Para financiar a aventura, o herói se apoderou de parte do tesouro deixado pela Mãe do Mato, na forma de bagos de cacau.

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No meio da navegação Macunaíma decidiu banhar-se em uma poça d’água que se revelou milagrosa: tornou o herói branco e loiro. Jiguê também quis passar pela transformação, mas a água já estava muito suja e deixou sua pele vermelha. Na vez de Maanape só havia água o suficiente para molhar as palmas das mãos e dos pés, e o índio permaneceu negro. Os animais no entorno espantaram-se com as três “raças” de homem que haviam surgido.

Chegando a São Paulo, pelo igarapé Tietê, Macunaíma descobriu que os bagos de cacau pouco valiam. Maanape conseguiu trocar o “tesouro” por oitenta contos de réis na bolsa. A visão das “filhas da mandioca” (mulheres brancas) logo chamou a atenção de Macunaíma, que passou sua primeira noite deitado com duas delas (precisando pagar por isso).

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Os prédios, elevadores, placas e automóveis eram totalmente estranhos a Macunaíma, que pensava que tudo eram plantas, bichos e divindades. As filhas da mandioca contaram a ele que a cidade estava cheia de máquinas e que não havia por ali nenhum deus. Macunaíma não acreditou, se revoltou e foi morar com seus irmãos em uma pensão.

Durante uma semana o herói ficou refletindo sobre a relação dos homens com as tais máquinas, concluindo que elas eram como deuses criados pelos próprios humanos e que a luta entre criadores e criaturas acabava em empate. No fim, as máquinas eram homens e os homens eram máquinas. Encerrado o raciocínio, Macunaíma sentiu-se livre novamente, transformou Jiguê na “máquina telefone” e ligou para o cabaré encomendando lagostas e francesas.

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Lembrando-se da busca ao muiraquitã, o herói decidiu encontrar-se logo com Venceslau Pietro Pietra, que vivia no Pacaembu. Acompanhado de Maanape, Macunaíma foi até a residência de seu algoz e descobriu que ele era, na realidade, o gigante Piaimã (mais uma figura folclórica). Venceslau atingiu o herói com uma flecha e carregou seu corpo para lhe servir de alimento.

Maanape invadiu a casa do Piaimã e, com a ajuda de uma formiga e um carrapato, adentrou a adega do gigante, deu-lhe garrafas de bebidas que o fizeram dormir e recuperou os pedacinhos de seu irmão, que estavam sendo cozidos. De volta à pensão, o índio assoprou fumo no corpo de Macunaíma, que reviveu.

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No dia seguinte Macunaíma considerou que era necessário usar uma arma para derrotar seu inimigo. Adquiriu uma garrucha e balas com os ingleses e entregou-as a Maanape, que ficaria responsável por defendê-lo se necessário. Transformou Jiguê em telefone novamente e ligou para o gigante, xingando sua mãe.

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