Macunaíma: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Mário de Andrade

4 – Boiuna Luna

Macunaíma e seus irmãos seguiram caminhando no mato. O muiraquitã era usado pelo herói como adorno no orifício de seu lábio inferior. As saudades de Ci ainda dificultavam seu sono.

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Durante a caminhada encontraram uma cascata que não parava de chorar e souberam sua história: ela se chamava Naipi, uma índia que fora prometida à boiuna Capei (uma cobra d’água gigante) que escravizava sua tribo, mas entregou-se primeiro ao guerreiro Titçatê; como punição a boiuna transformou-a na cachoeira, seu amado numa árvore e habitou suas águas.

Macunaíma se emocionou com a história de Naipi e prometeu que mataria a Capei se tivesse oportunidade. O monstro gigante surgiu das águas e enfrentou o herói, que acabou cortando sua cabeça. Ainda assim a cabeça da boiuna se manteve viva e perseguiu Macunaíma e seus irmãos, que no meio da fuga perderam o muiraquitã. Quando se refugiaram na casa do bacharel de Cananeia, a cabeça da Capei desistiu de encontrá-los e, escalando a teia de uma aranha, subiu ao céu e transformou-se na lua.

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Os índios saíram em busca do muiraquitã perdido e Macunaíma descobriu, por meio de um passarinho enviado pelo Negrinho do Pastoreio, que a pedra fora engolida por uma tartaruga, encontrada por um pescador e vendida a um peruano, Venceslau Pietro Pietra, que vivia em São Paulo. O herói, acompanhado dos irmãos, segue rumo à cidade à procura de seu objeto precioso.

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