Caminhos Cruzados: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Erico Verissimo, por Bruno Alves

DOMINGO

Capítulo 32

Em Ipanema Noel e Fernanda admiram o céu e o rio, formando uma paisagem que, para ele, é como um sonho e que ela o lembra de ser a realidade.

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O rapaz lamenta que a vida não seja sempre daquela forma, que seja necessário “lutar pelo pão”. Fernanda lembra que ele nem sequer precisa lutar pelo pão: se assim fosse, não seria esse menino mimado, preso às belezas que só enxerga nos romances e contos de fadas.

Para Noel a amizade com Fernanda é como um sonho, sem qualquer obstáculo. Ela compreende que isso só acontece por ele nunca ter tentado beijá-la, por manter o desejo sexual fora da relação. Noel sente atração pela garota, imagina unir-se a ela e construir uma nova vida, juntos, mas tal vontade ganha ares incestuosos ao lembrar-se dos tempos que iam juntos à escola, e o desejo é reprimido novamente.

Ao falar sobre os livros que leu e músicas que ouviu, o rapaz ganha entusiasmo: esta é sua zona de conforto. Fernanda questiona como ele pode ser tão sensível a ficções e tão distante de dramas reais, como os que acontecem na sua vizinhança: desemprego, doenças, fome… Ele não tem qualquer empatia por tais necessidades humanas, chatas, sem cor.

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Fernanda pergunta sobre o romance que Noel pretende escrever: não há avanços. Nada surge em sua mente além de sua autobiografia, tia Angélica, o isolamento no colégio, a decepção da academia, tudo sem a força de uma boa história. A garota sugere que ele romanceie um dos dramas vividos por seu vizinho, desempregado, que mal tem o que botar na mesa, mas ele diz não conseguir.

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