Brás, Bexiga e Barra Funda: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Alcântara Machado

Tiro de Guerra nº 35

São citados vários fatos da infância e juventude de Aristodemo Guggiani, que na escola aprendera o hino nacional e o orgulho da pátria. Depois trabalhou na oficina mecânica do cunhado, tentou participar de um time de futebol, ambicionou ser artista de circo…

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Após brigar com o cunhado, foi empregado como cobrador na Autoviação Gabrielle d’Annunzio, na linha Praça do Patriarca – Lapa. Arranjou uma namorada, na Rua das Palmeiras, a quem abandonou após algum tempo para servir como soldado no Tiro de Guerra nº 35.

No Largo Municipal a companhia de soldados, comandada pelo sargento cearense Aristóteles Camarão de Medeiros, fazia evoluções e cantava o Hino Nacional, cujas cópias haviam sido feitas por Aristodemo, cada vez mais patriota.

Ao ver um soldado de origem alemã rir enquanto os demais cantavam o hino, Aristodemo deu-lhe um tabefe. O sargento indagou o que aconteceu e prometeu “fazer justiça”. No dia seguinte foi publicada uma ordem que expulsava o soldado alemão e dava uma suspensão de um dia a Aristodemo, que ainda assim era exaltado por seu patriotismo.

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Aristodemo pediu demissão da Companhia Gabrielle d’Annunzio e, com o apoio do sargento, foi contratado na Sociedade de Transportes Rui Barbosa, para trabalhar na mesma linha, Praça do Patriarca – Lapa.

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