Angústia: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Graciliano Ramos

Capítulo 29

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Luís não consegue entender como Marina e d. Adélia sequer citam Julião Tavares entre seus choros e lamentos. Ele sente piedade por aquelas mulheres, que só sabem se resignar e pedir ajuda aos céus, e acredita que o verdadeiro responsável por aquela desgraça, Julião, merece a morte. Em sonhos o narrador encarava o vilão sendo asfixiado, roxo, com a língua para fora. Imaginava também possuir os braços musculosos dos lutadores de capoeira.

Voltando a seu passado familiar, Luís relembra o poder do seu velho avô Trajano, que possuía a força dos músculos de seus escravos, além do ventre de suas escravas. Ele sabia de vários caboclos, filhos de Quitéria, que frequentemente iam pedir a bênção ao antigo escravocrata como se fosse seu pai.

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Quando Luís era pequeno Trajano já estava decadente, viciado na pinga, mas mantinha os ares de patriarca e o respeito dos cangaceiros da região. A última lembrança do avô vinha de quando uma cascavel se enrolara em seu pescoço, enquanto ele dormia, e Luís assistia a cena espantado. Seu pai matou a cobra e Quitéria a jogou longe.

Os descendentes bastardos de Trajano agora vagueavam pelos sertões, salteando cidades, violando mulheres brancas e enforcando homens ricos.

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O único filho legítimo do velho, tido com Sinhá Germana, fora Camilo, pai de Luís, que acabou se entregando à leitura de livros e o influenciou na atividade da escrita. Comparado ao avô, Luís sentia-se um miserável, fadado a obedecer ordens e a escrever palavras no papel.

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