Angústia: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Graciliano Ramos

Capítulo 12

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Numa tarde de calor Luís divagava em pensamentos deitado na espreguiçadeira do quintal quando Marina surge do outro lado da cerca. Com os olhos semicerrados o narrador espia os movimentos da moça, dando especial atenção a seus volumes e curvas.

Quando “desperta” de seu cochilo, sob os risos da garota, Luís conta que encontrara uma ocupação para ela, num comércio de tecidos. Marina se mostra avessa à ideia de trabalhar, mas acaba agradecendo a gentileza do vizinho.

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Pegando sua mão no que seria um gesto de cavalheirismo, Luís acaba por morder seu pulso e seu braço. A moça questiona o que ele fazia, mas não se esquiva. Luís arranca as estacas que sustentam a cerca e puxa o corpo de Marina contra o seu, arrancando beijos e explorando-a com as mãos.

Passado o ímpeto inicial o casal se separa com os olhos ainda desejantes. Marina demonstra uma consternação inocente e Luís põe a culpa no “diabo”, emendando que poderiam se casar em breve. Para a surpresa do narrador, Marina não parece muito entusiasmada com a oferta, mas concorda, reticente.

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A mãe e o pai da moça fazem chamados para ela se proteger “do sereno”. Luís a convida para uma aventura à meia-noite, quando todos estivessem dormindo. Ela retorna à casa.

O narrador reflete que gostava da menina e queria lhe dar alguma independência. Estava decidido a “amarrar uma pedra no pescoço e mergulhar”.

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