A Cidade e as Serras: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Eça de Queirós, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Capítulo 3

José Fernandes, que aceita um convite para se hospedar na casa de Jacinto, continua a descrever a rotina de seu amigo, sempre destacando as tecnologias inovadoras que ele utiliza e a incongruente apatia que sente em relação a elas: tudo é “uma seca”, “uma maçada”. Jacinto assume, inclusive, seu claro descontentamento com a própria cidade, sua gente e seus costumes, que antes tanto admirava: “É feio, muito feio!”.

Um tubo do sofisticado lavatório do 202 se rompe e jorra água fervente por toda a casa, que expele vapor e é cercada pela polícia e por curiosos. O incidente se torna a notícia do dia, resultando em inúmeros telegramas que indagam pelo “desastre” e na visita da amiga Madame d’Oriol, que está “morrendo por admirar as ruínas!”.

O narrador questiona a vida amorosa de Jacinto, que frequentemente recebe mensagens e telefonemas de uma mulher chamada Diana, mas ele afirma que se trata de uma cortesã que ele mantém apenas por “civismo”, sem qualquer relação íntima.

Por fim, Jacinto decide que no dia seguinte ele e Zé Fernandes vão ao Jardim das Plantas para verem a girafa: um passeio “simples e natural”.

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