Memórias Póstumas de Brás Cubas: Resumo Por Capítulo

Paráfrase da obra de Machado de Assis, por Bruno Alves

ATENÇÃO: A experiência artística da leitura literária é única e pessoal: sempre que puder, entre em contato com os textos originais para compreender os livros em sua essência.

Capítulo 21 – O almocreve

O jumento que nosso narrador montava empacou. Após tentar fazê-lo andar com alguns saltos sobre seu dorso, o bicho sacudiu-se fazendo Brás cair. Seu pé estava preso no estribo e o animal iniciava uma disparada: haveria um grave acidente! Mas surgiu um almocreve (um carregador) que o ajudou, segurando o asno.

Enquanto se recuperava e agradecia ao homem, Brás Cubas pensou em recompensá-lo com três das cinco moedas de ouro que carregava consigo. Ele ia até seu alforje buscar o dinheiro quando pensou melhor se três moedas não seriam muitas. Observou o almocreve: era um pobretão, estava conversando com o jumento, pedindo que não aprontasse novamente. Duas moedas já o alegrariam, senão uma!

Brás chamou-o e deu-lhe apenas uma moeda, e de prata! Ao sair montado no animal, ainda mirava seu salvador à distancia, que despedia-se alegre com a recompensa. Nosso narrador meteu a mão no bolso e sentiu alguns vinténs em moedas de cobre: arrependeu-se, poderia tê-las dado ao pobre-diabo no lugar da moeda de prata, afinal, a ajuda que ele lhe deu não tinha por trás nenhum interesse, era um impulso, uma ação habitual que faria em qualquer circunstância.

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